
A gordura que se acumula abaixo do queixo costuma resistir a dieta e exercício, porque não responde na mesma proporção que o resto do corpo. É por isso que muita gente emagrece e continua com papada.
A lipo de papada remove esse acúmulo diretamente. É feita em consultório, com anestesia local, e trata exclusivamente a região do queixo e do pescoço. Esta página explica os caminhos disponíveis, como o procedimento é feito, como é a recuperação e o que considerar antes de decidir.
A lipo de papada não é o mesmo que lipoaspiração corporal, mini lipo ou lipoescultura — procedimentos de outras regiões do corpo, que não são realizados aqui.
A gordura abaixo do queixo pode ser tratada por dois caminhos, e a escolha depende de quanto há para tirar, da qualidade da pele e do que você está disposta a enfrentar de recuperação.
Sem cirurgia — esvaziadores de gordura. Aplicação injetável que age sobre a célula de gordura. Feita em consultório, sem corte, geralmente em mais de uma sessão. Indicada quando o acúmulo é moderado.
Cirúrgica — lipo de papada. Remove a gordura de uma vez, com resultado mais definido. Envolve pequenas incisões, anestesia e um período de recuperação. É o que esta página detalha.
Nenhuma das duas trata flacidez de pele — para isso o caminho são bioestimuladores de colágeno ou fios de sustentação, às vezes combinados com uma das opções acima.
Papada e flacidez são problemas diferentes que costumam aparecer juntos, e confundi-los leva a frustração com o resultado.
A lipo retira a gordura; ela não trata a pele. Quando já existe flacidez, retirar o volume por baixo pode deixá-la mais evidente — é a situação em que o procedimento isolado decepciona. Nesses casos a conduta costuma envolver associar um procedimento de sustentação ou de estímulo de colágeno, decidido conforme o grau de flacidez e a qualidade da pele.
Essa avaliação é feita presencialmente, porque depende de ver e tocar a região. Não dá para definir por foto.
O procedimento é feito em consultório, com anestesia local.
Com a região anestesiada, é injetada uma solução que facilita a soltura das células de gordura. Em seguida, cânulas finas são introduzidas e movimentadas para desprender a gordura, que é então aspirada.
As cânulas entram por três incisões de cerca de 3 milímetros — duas atrás dos lóbulos das orelhas e uma abaixo do queixo —, o que deixa marcas discretas. Se houver necessidade de corrigir a flacidez da musculatura, é feita uma sutura do pescoço no mesmo tempo cirúrgico.
O procedimento leva cerca de 40 minutos. Somando preparo e orientações, a visita ao consultório fica em torno de uma hora e meia, e a paciente vai para casa no mesmo dia.
O procedimento é indicado para quem tem acúmulo de gordura abaixo do queixo que não responde a dieta e exercício, a partir dos 18 anos, com condições de saúde compatíveis com um procedimento cirúrgico.
Algumas situações exigem avaliação mais cuidadosa ou adiamento: distúrbios de coagulação, infecção ativa na região, gestação e amamentação, entre outras. O histórico de saúde é levantado na consulta justamente para identificar isso antes.
Como todo procedimento cirúrgico, tem riscos — inchaço prolongado, hematomas, assimetria e, raramente, alteração temporária de sensibilidade na região. A maior parte das intercorrências relatadas está ligada a indicação inadequada ou a técnica mal executada, e não ao procedimento em si.
As incisões são de cerca de 3 milímetros, posicionadas abaixo do queixo e atrás dos lóbulos das orelhas — locais escolhidos justamente por ficarem pouco visíveis no dia a dia.
As marcas clareiam ao longo dos meses e tendem a ficar discretas. Como em qualquer cicatrização, o resultado depende também do tipo de pele e dos cuidados no pós — evitar sol na região enquanto houver manchas é parte das orientações.
As células de gordura removidas não se reconstituem, e por isso o resultado tende a se manter por muitos anos.
O que pode mudar o contorno com o tempo são dois fatores independentes do procedimento: ganho de peso significativo, que aumenta o volume das células que permaneceram na região, e a perda natural de firmeza da pele ao longo dos anos. Manter o peso estável é o que mais contribui para a estabilidade do resultado.
As marcas clareiam ao longo dos meses e tendem a ficar discretas. Como em qualquer cicatrização, o resultado depende também do tipo de pele e dos cuidados no pós — evitar sol na região enquanto houver manchas é parte das orientações.
As normas do Conselho Federal de Medicina não permitem a divulgação de preços de procedimentos cirúrgicos na internet.
O que varia o valor: a quantidade de gordura a ser removida, a necessidade ou não de correção associada da flacidez, e se o caminho escolhido é o cirúrgico ou o injetável. São patamares diferentes.
O orçamento é fechado na avaliação presencial, depois de definida a conduta.
Indicação: Minimizar o excesso de gordura abaixo do queixo.
Idade recomendada: A partir dos 18 anos.
Anestesia: Local, em consultório.
Duração: Cerca de 40 minutos. A paciente vai para casa no mesmo dia.
Cicatriz: Discreta e pequena na parte inferior do queixo e atrás das orelhas.
Recuperação: Retorno às atividades com 7 dias. Atividade física com 4 semanas.
Importante: Evitar sol enquanto houver manchas roxas. Realizar drenagem linfática.
A prática indicada é uma avaliação individualizada por meio de uma consulta, onde a paciente poderá expor suas queixas e será indicado qual o melhor procedimento.
A gordura localizada abaixo do queixo é desprendida com cânulas finas e aspirada, através de pequenas incisões. Diferente de dieta e exercício, que reduzem o volume das células de gordura, o procedimento retira as células da região. É por isso que atua onde o emagrecimento sozinho não resolve.
Não. O que muita gente procura como lipo enzimática é um procedimento injetável, sem corte, que atua sobre a célula de gordura — aqui chamado de esvaziador de gordura. É feito em consultório, geralmente em mais de uma sessão, e indicado quando o acúmulo é moderado. A lipo de papada é cirúrgica, remove a gordura de uma vez e tem resultado mais definido.
Os mesmos de qualquer procedimento cirúrgico de pequeno porte: inchaço prolongado, hematomas, assimetria e, raramente, alteração temporária de sensibilidade na região. O risco se reduz com indicação correta, técnica adequada e acompanhamento no pós — e por isso o histórico de saúde é levantado antes.
Não há repouso absoluto. A orientação é evitar esforço físico e calor intenso nos primeiros dias, usar a faixa de sustentação conforme indicado e retomar atividade física apenas após algumas semanas. O retorno à rotina de trabalho costuma acontecer na primeira semana.
O inchaço e as manchas arroxeadas são mais intensos nos primeiros dias e costumam melhorar entre a primeira e a terceira semana. O contorno continua se definindo depois disso, conforme os tecidos acomodam — o resultado leva mais tempo que a recuperação.
As células de gordura removidas não se reconstituem. O que pode acontecer é um ganho de peso significativo aumentar o volume das células que permaneceram na região. Manter o peso estável é o que sustenta o resultado ao longo do tempo.
O procedimento é realizado em Salvador, no Caminho das Árvores, na Avenida Antônio Carlos Magalhães — de fácil acesso para quem vem de qualquer ponto da cidade e da região metropolitana.
A avaliação presencial vem antes: é nela que se verifica quanto há de gordura, como está a pele e qual dos caminhos faz mais sentido no seu caso. Realizado por médica com registro no Conselho Regional de Medicina da Bahia — CRM 29387 BA.
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